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segunda-feira, junho 18, 2012

Michael Porters’ Five Forces Examined



About this theme I would also recommend the book "Competition Demystified - A radically simplified approach to business strategy" from Bruce Greenwald.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Value Investing: From Buffett to Graham and Beyond

A Escolha do Método de Avaliação

Bruce Greenwald, professor da Universidade de Colombia nos Estados Unidos e herdeiro da tradição do ensino da teoria do Investimento em Valor naquela Universidade, do pai da teoria, Benjamin Graham (que foi professor de Warren Buffett), apresenta no seu livro Value Investing: From Graham to Buffett and Beyond, um interessante enquadramento para a análise de oportunidades de investimento.

Ele divide os possíveis métodos de avaliação em 3: Avaliação dos Activos (Assets), Avaliação dos Resultados (Earnings Power) e Avaliação do Potencial de Crescimento (Franchise Value). Tendo presente a dificuldade de se estimar com elevado grau de certeza resultados que se distanciam bastante no tempo, Bruce focou o seu estudo, tendo sempre como base os princípios do Investimento em Valor, em métodos mais correntes, concretos e intuitivos de avaliação.

Logicamente, consoante os elementos de valor que determinada empresa possua, o seu método de avaliação deve corresponder-lhes inteiramente.

1) Avaliação dos Activos: Aplica-se para empresas com muitos activos, rentabilidades do capital muito baixas, em sectores muito concorrenciais, de capital intensivo e a cotarem próximo do seu valor contabilístico. O seu valor, pode-se concluir, advém do valor dos activos que possuiu pelo que a análise deve recair inteiramente sobre o balanço da empresa e na aferição do valor real dos desses activos. Activos correntes, como dinheiro, depósitos ou mercadorias, são normalmente considerados na avaliação a 100% (ou próximo) do seu valor inscrito no balanço. Activos não correntes como máquinas, edifícios ou terrenos e também activos intangíveis como o goodwill, devem ser cuidadosamente ponderados e analisados para o cálculo do seu real valor. Somando todos os activos e subtraíndo as suas dívidas obtemos o valor dos capitais próprios que se deve comparar com a capitalização de mercado da empresa para se determinar se existe margem de segurança para o investimento.

Martin Whitman, outro histórico investidor em valor, concentra os esforços da sua firma, a Third Avenue, na prospecção deste genéro de oportunidades. O seu livro Value Investing - A Balanced Approach concentra-se justamente na explicação da importância e valor do Balanço na análise de uma empresa.

2) Avaliação de Resultados: Para empresas com capacidade de geração de resultados razoáveis ao longo do ciclo económico, com taxas de rentabilidade boas, em indústrias competitivas e sem grandes perspectivas de crescimento, embora rentáveis. Neste caso, muito provavelmente a acção cotará acima do seu valor contabilístico reflectindo exactamente essa capacidade de geração de resultados para o futuro o que se traduzirá em valor para os accionistas. Neste caso, o valor advém desses resultados futuros pelo que a análise deve recair sobre a sua projecção. Como estas empresas não possuem perspectivas de crescimento, a sua avaliação vai pressupor que os seus resultados de manterão constantes indefinidamente. Deste modo, o cálculo do valor resulta simplesmente da divisão do resultados considerados normais para a empresa (pode ser uma média dos seus resultados ao longo do ciclo económico) e dividir por uma taxa de desconto razoável para o negócio. Não é um método muito diferente do método de avaliação de imóveis com base em taxas de capitalização, em que se divide o rendimento de um ano do imóvel (ou seja, o total das suas rendas) por uma taxa de retorno exigida pelo proprietário. São métodos semelhantes porque se pressupõe nos dois casos que os rendimentos dos activos não crescerão no futuro (ou quanto muito poderão crescer a uma taxa marginal constante) embora as taxas de actualização dos rendimentos sejam diferentes por forma a se reflectirem níveis de risco também diferentes.

3) Avaliação do Potencial de Crescimento: Empresas com excelentes taxas de rentabilidade dos seus capitais investidos, com negócios possuidores de vantagens competitivas, que permitem estimar resultados com elevados grau de previsibilidade e com boas perspectivas de crescimento futuro. O método natural para avaliação deste género de empresas é o conhecido modelo dos cash flows descontados, em que partindo-se da previsão dos cash flows futuros do negócio, assumindo determinadas taxas de crescimentos e outros pressupostos de eficiência operacional, se descontam esses valores para o momento actual utilizando uma taxa de desconto razoável/conservadora para o negócio. Este modelo é mais sujeito à sensibilidade das previsões, pelo que é importante salientar que deve apenas ser aplicado na análise de empresas com grande potencial futuro de geração de resultados e vantagens competitivas duradouras. Obtido o valor do negócio, mais uma vez, compara-se com o seu valor de mercado para se aferir se existe margem de segurança confortável para o investimento.

Warren Buffett, o maior investidor de todos os tempos, concentra-se na análise de detecção deste género de oportunidades. Nestes casos porém o método de avaliação pode não ser o mais importante, mas sim a determinação do que é do que continuará a ser, na verdade, um excelente negócio.

Bruce Greenwald, dentro de cada metodologia, especifíca no seu livro o cálculo de cada variável utilizada na avaliação. Deixo, por último, uma apresentação do próprio, sobre estes métodos de análise e avaliação.

Value Investing - Greenwald

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Resumo Intelligent Investor

Junto deixo um resumo do Intelligent Investor.

Este, e outros importantes textos relativos ao Value Investing, são disponibilizados pelo excelente blog de Barel Karsan.

Resumo Security Analysis

Junto deixo um resumo do Security Analysis.

Este, e outros importantes textos relativos ao Value Investing, são disponibilizados pelo excelente blog de Barel Karsan.

quarta-feira, julho 04, 2007

Mohnish Pabrai: Resumo do Livro Dhandho Investor

Bjorn Kijl elaborou um interessante resumo do mais recente livro de Mohnish Pabrai - The Dhandho Investor, o value investor que tem merecido bastante exposição, pelo livro que apresentou, pelos resultados que tem divulgado e também por ter sido o vencedor do leilão anual para um almoço com o Warren Buffet (para caridade) tendo de desembolsar mais de 650.000$.

A estratégia de Pabrai cola-se bastante aos métodos de investimento do Warren Buffett, mas apresenta alguns conceitos interessantes como:

- O investimento em activos de baixo risco e alta incerteza, que se pode traduzir por activos que se encontrem em avaliações substancialmente abaixo do seu valor intrínseco e em que haja no mercado uma incerteza muito grande em relação às suas perspectivas futuras;

- Outra ideia interessante, que vem descrita num artigo da guru focus, é a de placeholder, ou seja, pabrai não acredita que colocar dinheiro no banco seja um bom investimento devido à depreciação do dinheiro pelo que será sempre preferível procurar um activo o mais seguro possível e que proporcione um retorno adequado. Para ele esse activo, actualmente, são as acções da Berkshire Hathaway.

terça-feira, julho 03, 2007

Peter Lynch's One up on Wall Street - notes - 1st half

June-30-2007

Peter Lynch's One up on Wall Street - notes - 1st halfby Tahmeed Ahmad

Review of Peter Lynch's first book: One up on Wall Street. Part I.

One point he does emphasis, however, is that most people should purchase a house before they invest in stocks since they tend to do more research. He also mentions that you have an edge in the industry you work at that you can exploit since you have access to information before the Wall Street analysts. He makes it a point to exploit edges, and I agree:

Lynch - 1st half "What makes a company valuable, and why it will be more valuable tomorrow than it is today... earnings and assets"

Earnings drive the stock price.

Compare P/E across companies within the same industry.

Track P/E ratio back across several years for a company.

High P/E of overall market during end of bull markets.

Low interest rates drives a stock's P/E up.

Predicting future earnings is tough, just get a rough estimate. More importantly, find out HOW a company plans to increase its earnings. Then you can check periodically if plans are working out.

Five ways a company can increase earnings:
1) Reduce costs
2) Raise prices - You can raise the price with an exclusive franchise.
3) Expand into new markets
4) Sell more of its product in old markets
5) Revitalize, close or otherwise dispose of a losing operation.

STOCKS TO AVOID

Avoid the hottest stock in the hottest industry - the one that gets the more favorable publicity.

Beware of the "next something" speculators. Avoid stocks that are being touted as the next IBM or next McDonalds or next Disney. ~

Avoid "diworseifications" - "Instead of buying back shares or raising dividends, profitable companies often prefer to blow the money on foolish acquisitions. The dedicated oiworseifier seeking out merchandise that is (1) overpriced and (2) complete beyond his or her realm of understanding. This ensures that losses will be maximized."

Beware of the whisper stock - the long shot stock that people tell you is a hot, but secret tip. something they are only telling you.

Beware of the middle man - "The company that sells 20 to 25 percent of its wares to a single customer is in a precarious situation.... short of cancellation, the big customer has incredible leverage in extracting price cuts and other concessions that will reduce the supplier's profits. it's rare that a great investment could result from such an arrangement."

Beware the stock with the exciting name - people will fall in love with it.

The Perfect Stock

Getting the story is easier if you understand the basic business. The simpler it is, the better. "An idiot could run this joint," because sooner or later any idiot probably is going to be running it.

"If it's a choice between owning stock in a fine company with excellent management in a highly competitive and complex industry, or a humdrum company with mediocre management in a simpleminded industry with no competition, I'd take the latter. For one thing, it's easier to follow."

"Any idiot can run this business" is one characteristic of the perfect company.

1) It sounds dull, or even better, ridiculous. The perfect stock ought to have a perfectly boring name.

2) It does something dull It does something boring, like make cans and bottle caps.

3) It does something disagreeable A stock that makes people shrug, retch or turn away in disgust is ideal.

4) It's a spin off

5) The institutions don't own it, and the analysts don't follow it "If you find a stock with little or no institutional ownerships, you've found a potential winner. Find a company that no analyst has ever visited, or that no analyst would admit to knowing about, and you've got a double winner... It frequently happens with banks, savings and loans, and insurance companies since there are thousands of these."

6) The rumors abound: It's involved with toxic waste and/or the mafia

7) There's something depressing about it

8) It's a no-growth indsutry no growth, like plastic knives, and forks. "For every single product in a hot industry, there are a thousand MIT graduates trying to figure out how to make it cheaper in Taiwan... This doesn't happen with bottle caps, coupon-clipping services, oil-drum retrieval, or motel chains."

9) It's got a niche Niche means there is little or no competition. People can buy jewelery from anywhere - internet, out of state, across the street. An asset play, no one can compete with. Exclusive franchises are a niche, they have value. You can raise the price with an exclusive franchise. Newspapers used to be niches. Drug companies and companies with patents have niches, since no one else can make their drug. Chemical companies have niches because getting a poison approved is as hard as a drug. Brand names are niches, like Robitussin, Coca-Cola, Tylenol, Marlboro.

10) People have to keep buying it - self explanatory

11) It's a user of technology - as technology is advanced and becomes cheaper, costs are reduces.

12) The insiders are buyers "In general, corporate insiders are net sellers, and they normally sell 2.3 shares to every one share that they buy... When insiders are buying like crazy, you can be certain that, at a minimum, the company will not go bankrupt in the next six months... Long term... when management owns stock, then rewarding shareholders becomes a first priority... it's more significant when employees at lower echelons add to their positions. if you see someone with a $45,000 annual salary buying $10,000 worth of stock, you can be sure it's a meaningful vote of confidence"

13) The company is buying back shares - you guys know this one already.

in http://www.gurufocus.com/news.php?id=8366

segunda-feira, junho 11, 2007

Little Book of Value Investing

O autor é um dos administradores da Tweedy, Browne Company LLC, Christopher Brown, herdeiro de uma filisofia de investimento em valor que vinha do seu pai e dos relacionamentos deste com Benjamin Graham e Warren Buffett, como seu corrector, que lhe permitiram absorver as ideias do value investing. Com provas dadas no mercado a Tweedy, Brown Company é um dos Superinvestors of Graham-Doddsville enumerados por Warren Buffet.

O livro sintetiza algumas das regras do investimento em valor focando temas como a avaliação e a paciência do investidor. Desenvolve bastante também a importância de se considerar todo o mercado mundial na procura de oportunidades de investimento.

Filosofia de Investimento da Tweedy, Brown Company

sexta-feira, maio 18, 2007

You Can Be a Stock Market Genius by Joel Greenblatt

Excelente livro do Joel Greenblatt que no ensina como podemos aproveitar boas valorizações em situações menos acompanhadas pelo mercado em geral. Spinoffs, reestruturações, falências, opções de longo prazo, etc.



Fica um pequeno resumo que fiz do livro.

1. Spinoffs

a)Os Institucionais não querem (e as suas razões não têm nada a ver com os méritos do investimento): não vão entrar nos índices, têm dívidas muito elevadas, negócio muito diferente da casa mãe, casos em tribunal.
b)Os Insiders querem: insiders ficam com posições relevantes no spinoff e com posições de destaque na administração da empresa.
c)Uma anterior oportunidade escondida é revelada: o spinoff revela um negócio excelente anteriormente escondido, ou activos relevantes subavaliados.
d)A empresa mãe, com o spinoff, também pode libertar algum valor ao concentrar-se no seu core business.
e)Procurar artigos sobre spinoffs na imprensa e nos documentos da SEC.

2. Spinoffs Parciais

a)Um spinoff parcial permite aos investidores avaliarem directamente uma unidade de negócio da empresa mãe e indirectamente o valor da própria empresa mãe.
b)Por vezes o spinoff pode ser feito com a atribuição de direitos de subscrição, tendo a empresa o intuito de angariar capital. Boas oportunidades de subscrição ou de arbitragem de direitos podem surgir.

3. Arbitragem em operações de Fusões e Aquisições

a)Em operações a dinheiro compra-se a acção adquirida a desconto e espera-se pela conclusão do processo de aquisição.
b)Nas operações com troca de acções compra-se a acção adquirida a desconto e vende-se curto a acção adquirente, eliminando assim o risco de desvalorização da acção adquirente.
c)Riscos: A operação pode ser interrompida ou pode tomar mais tempo do que o previsto.
d)Nota: As oportunidades são cada vez menores nesta área.
e)Operações com outros instrumentos que não acções (obrigações, acções preferenciais, warrants e direitos). Normalmente quer institucionais quer particulares vendem estes activos o que pode representar uma boa oportunidade de compra.

4. Falências

a)A melhor altura para entrar em empresas que passaram por processos de falência é quando saem desses processos.
b)A empresa reestrutura o balanço. Muitos credores passam a ser accionistas de um negócio que não querem e vendem. Vale a pena analisar os novos activos financeiros emitidos.
c)A empresa faz projecções operacionais que serão úteis para avaliar o potencial do negócio pós-processo de falência.
d)Empresas inseridas nestes processos mas com vantagens competitivas (marca, rede, escala) terão maior probabilidade de sucesso.
e)Devemos aguentar as boas acções e fazer trade com os negócios mais fracos.

5. Reestruturações

a)Podem libertar muito valor. Olhar para as situações com o downside limitado: empresas a transaccionar perto do valor contabilístico, com pouca dívida e uma grande parte dos activos correntes.
b)Procurar administrações motivadas.
c)Vendas de unidades, spinoffs ou grandes planos de recompra de acções podem ser catalizadores
d)Duas formas de aproveitar: antes ou depois do anúncio da reestruturação.

6. Recapitalizações, LEAPS, Warrants e Opções

a)Em grandes recapitalizações (Troca de capital próprio por dívida) é possível obter bons retornos na medida em que normalmente as acções corrigem mais do que deviam, mesmo tendo em conta avaliações mais conservadores de resultados e PER’s devido aos níveis de dívida superiores. A alavancagem do balanço permite também maiores retornos com o mesmo capital próprio investido.
b)LEAPS: opções de prazos mais longos. Permitem alacancar a exposição a uma determinada acção. Ideal para situações de clara subavaliação de curto prazo, que pode ser corrigida no prazo de 2 ou 3 anos.
c)Warrants e Opções: permitem alavancar posições. Em situações de spinoffs podem ficar extremamente subavaliadas.

De onde tirar ideias

Jornais: Wall Street Journal, New York Times, Barron’s, Investor’s Daily Digital.
Revistas: Forbes, Smart Money, Business Week, Fortune.
Newsletters: Outstanding Investor’s Digest, The Turnaround Letter, Dick Davis Digest.
Fundos: Franklin Mutual Series Funds (Michael Price), Third Avenue Value Fund (Mary Whitman), Pzena Focused Value Fund (Richard Pzena).

Informação empresa e das operações:

SEC Filings 10k’s e 10Q’s
Form 8K: Aquisições, venda activos, falência, mudança de controlo.
Form: S1, S2, S3 e S4: Registo de novos instrumentos financeiros.
Form 10: Informação sobre spinioff.
Form 13D: Report de participações superiores a 5%.
Form 13G: Report de participações para investidores estrangeiros.
Schedule 14D-1: Formulário de oferta pública de aquisição.
Schedule 13E-3 e 13E-4: Retirada da empresa de bolsa.

Todos estes formulários estão disponíveis em www.sec.gov ou www.edgar-online.com.

Mais info sobre Joel Greenblatt em http://en.wikipedia.org/wiki/Joel_Greenblatt.
Podem ver o livro em http://www.amazon.com/You-Can-Stock-Market-Genius/dp/0684840073

quarta-feira, novembro 22, 2006

When Genius Failed: The Rise and Fall of Long-Term Capital Management

História fantástica e muito bem relatada por Roger Lowenstein sobre a queda do Hedge Fund Long Term Capital Management. Fundado em 94 por John Meriwether, contava no Conselho da Administração com dois prémios nobel de 97: Myron Sholes e Robert. C. Merton. Com um capital próprio inicial de cerca de 1 bilião de dólares, teve uma performance extraordinária até aos inícios de 98 quando valia 4.6 biliões. Tudo perdido em menos de 4 meses.

A Teoria dos Mercados Eficientes colocada em prática e levada ao extremo!
A ideia de que todo o risco é controlável!
O problema dos pressupostos teóricos que condicionam invariávelmente as conclusões!
Os instrumentos derivados e a alavancagem como armas de destruição financeira maciça!

Uma história incrível, que ilustra exemplarmente como a ideia de certeza nos mercados financeiros pode conduzir a estragos consideráveis.

Serão os mercados eficientes?

"The market can stay irrational longer than you can stay solvent."
John Maynard Keynes

segunda-feira, outubro 30, 2006

The Superinvestors of Graham-and-Doddsville

Intemporal artigo do Warren Buffet onde salienta com recurso a evidência empírica como é possível, recorrendo à estrutura de análise e avaliação de activos defendida por Graham e Dodd no seu livro Security Analysis de 1934. O investimento em valor recorrendo a métodos de análise perfeitamente identificados e muito divuldados aliados a uma estrutural mental correspondente produz, numa série de exemplos enunciados por Buffet, retornos bastante razoáveis acima da média do mercado, recorrendo, na maior parte das vezes a ideias de investimento diferentes. No entanto, em todos estes Superinvestidores a ideia fundamental de investimento mantém-se: comprar activos subavaliados em relação ao seu valor intrínseco, salvaguardados por uma margem de segurança e independentemente das condições de mercado.

De realçar igualmente a crítica directa aos modelos téoricos de mercados eficientes (risco tem a ver com a o desconto ou prémio a que se compra um activo em relação ao seu valor intrínseco e não a volatilidade do mesmo) e a modelos de análise de variações e volumes (análise técnica).

Pode consultar o artigo aqui.

sexta-feira, setembro 08, 2006

"Stocks For The Long Run" (1994) by Jeremy Siegel

A professor at the Wharton School of Business, Jeremy Siegel makes the case for - you guessed it - investing in stocks over the long run. He draws on extensive research over the past two centuries to argue not only that equities surpass all other financial assets when it comes to returns, but also that stock returns are safer and more predictable in the face of the effects of inflation.

sexta-feira, junho 16, 2006

Good to Great: Why Some Companies Make the Leap... and Others Don't

Um excelente livro sobre as qualidades intrínsecas que os grandes negócios possuem que os conduzem à excelência. A qualidade da administração, o foco no seu core business, a comunicação com o mercado ou as relações entre colaboradores, são alguns factores que Jim Collins encontrou para justificar o desempenho espectacular de 11 empresas que deram o salto.

Este é um trabalho pertinente para quem procura avaliar as qualidades subjectivas de um determinado negócio para além dos números dos relatórios financeiros na linha do que Phil Fisher fazia e como bem explicou em Common Stocks and Uncommon Profits and Other Writings.



Amazon.com's Best of 2001Five years ago, Jim Collins asked the question, "Can a good company become a great company and if so, how?" In Good to Great Collins, the author of Built to Last, concludes that it is possible, but finds there are no silver bullets. Collins and his team of researchers began their quest by sorting through a list of 1,435 companies, looking for those that made substantial improvements in their performance over time. They finally settled on 11--including Fannie Mae, Gillette, Walgreens, and Wells Fargo--and discovered common traits that challenged many of the conventional notions of corporate success. Making the transition from good to great doesn't require a high-profile CEO, the latest technology, innovative change management, or even a fine-tuned business strategy. At the heart of those rare and truly great companies was a corporate culture that rigorously found and promoted disciplined people to think and act in a disciplined manner. Peppered with dozens of stories and examples from the great and not so great, the book offers a well-reasoned road map to excellence that any organization would do well to consider. Like Built to Last, Good to Great is one of those books that managers and CEOs will be reading and rereading for years to come.

Harry C. Edwards

http://www.amazon.com/gp/product/0066620996/sr=8-1/qid=1150478367/ref=pd_bbs_1/104-7298190-0727155?%5Fencoding=UTF8

quarta-feira, abril 12, 2006

The Little Book That Beats the Market

Editorial Reviews

From Publishers WeeklyContrary to efficient-market naysayers, this engaging investment primer contends that ordinary stock-market investors can indeed get better-than-market returns over the long haul. Greenblatt (You Can Be a Stock Market Genius), a Columbia Business School adjunct professor, touts a "value-oriented" approach that looks for bargain stocks whose share price is cheap relative to the company's profitability. His version is a "magic formula" that ranks stocks on the basis of two variables—the earnings yield and the business's return on capital. His Web site, magicformulainvesting.com, virtually automates the procedure for novices. Greenblatt offers lots of statistical proof of the formula's success, but emphasizes the importance of faith in seeing the investor through inevitable short-term downturns: "It will be your belief in the overwhelming logic of the magic formula that will make the formula work for you in the long run." He conveys his ideas through a lucid if rudimentary and rather corny explanation of basic investment concepts about risk, return, interest and business valuation. Although the fabulous returns he touts seem too good to be true, Greenblatt's formula is a reasonable variant of mainstream value-investing methods. Investors seeking a little more hands-on excitement than the average mutual fund offers won't go too far wrong following his advice. (Jan.) Copyright © Reed Business Information, a division of Reed Elsevier Inc. All rights reserved. Review“a marvellously clear explanation of the value investing approach” (Financial Times (also on FinancialNetnews.com) 10th December 2005)

“The book is certainly written simply and the concepts are conveyed compelling” (Daily Telegraph, 29th November 2005)

"The Little Book is one of the best, clearest guides to value investing out there." (The Wall Street Journal, November 9, 2005)

sábado, maio 21, 2005

Buffetology

O melhor livro sobre o método de investimento de Buffet elaborado com a colaboração de uma sua ex-nora.

Buffettology: The Previously Unexplained Techniques That Have Made Warren Buffett The Worlds

Americans are infatuated with the stock market. The number of households that own stock has increased from around 20 percent in the early 1980s to over 40 percent today. The market offers the hope of quick wealth and early retirement, and just about everyone who is in the market is looking for an edge, from sources such as CNBC and Wall Street Week to the Beardstown Ladies and "The Motley Fool." So it should be no surprise the most successful investor of our time--Warren Buffett--has been the subject of dozens of books and magazine articles. The value of Buffett's company, Berkshire Hathaway, has increased from $18 per share in 1965 to over $70,000 per share today. The interest in Buffett has spawned an approach to investing called "Buffettology," which is the subject of a book by the same name written by Buffett's former daughter-in-law, Mary Buffett.
In Buffettology, Mary Buffett, with the help of David Clark, details Warren Buffett's approach to investing. It's a style of investing based on the work of Benjamin Graham and one that requires a quality that most investors lack--discipline. Mary Buffett writes, "As you read through this book you will come to see that having a business perspective on investing is more about discipline than philosophy.... In short, other people's follies, brought on by fear and greed, will offer you, the investor, the opportunity to take advantage of their mistakes and benefit from the discipline of committing capital to investment only when it makes sense from a business perspective.... You will find that almost everything that relates to business perspective investing is alien to Wall Street folklore.

Buffettology examines Buffett's methods for valuing companies and selecting stocks--it even encourages you to buy a calculator and work through the valuation formulas that Buffett uses when researching companies to buy. The book not only serves as a useful guide to understanding how Buffett invests, it's an excellent primer to investing in stocks, whether you plan to become a Buffettologist or not. Highly recommended. --Harry C. Edwards, Business editor--This text refers to the Hardcover edition.

Review
Stevin Hoover Hoover Capital Management
Absolutely the best book ever written on Warren Buffett's investment methods.

Outros Livros:
The New Buffettology by Mary Buffet
The Warren Buffett Way, Second Edition by Robert G. Hagstrom
How to Think Like Benjamin Graham and Invest Like Warren Buffett by Lawrence A. Cunningham
The Warren Buffett Portfolio : Mastering the Power of the Focus Investment Strategy by Robert G. Hagstrom
The New Buffettology: How Warren Buffett Got and Stayed Rich in Markets Like This and How You Can Too! by David Clark
Trade Like Warren Buffett (Wiley Trading) by James Altucher